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Não me deixe sozinha
Nunca...


“Por pouca-vergonha da minha parte, deixei de me questionar ou até de ter desejos ou sonhos. Não sentia coisa alguma, ou sentia tudo. Passei a tratar tudo como desnecessário pra mim, insignificante. Nada me faltava ou tinha, era tudo totalmente sem importância. Só tinha vontade de me deitar na cama, não pensar em nada e dormir por longas horas. Passei a sentir frio vinte e quatro horas por dia, frio de manhã, frio de tarde, frio de noite, frio ao acordar, frio ao dormir, frio todo minuto, segundo, hora. Frio. Frio de deixar os braços arrepiados e a boca trêmula e seca. Frio se chovesse, frio se fizesse calor. Em qualquer hipótese, frio. Não saía debaixo das cobertas grossas, dias e dias assim. Engraçado que até a vizinha veio comentar com mamãe que deveria me levar ao médico para ele me passar um remédio, chegou até a dizer que o que eu tinha era doença! Doença porra nenhuma, eu tinha era saudade. Saudade dos meus detalhes perdidos e dos meus dias de alvoroço, saudade da minha liberdade, da minha confiança em si, em mim, das minhas tolices de boca pra fora, das minhas crises de riso, saudade das minha desobrigações e das minhas tardes despreocupada com a vida, saudade de ser sonsa comigo e de fingir não saber nada. Saudade do meu colo, de me pegar no flagra planejando um futuro incerto, saudade de reviver o sorriso mil vezes ao dia. Saudade do meu espaço pra perguntas besteiras. Saudade de fazer falta. O que eu tinha era saudade. Doença? Isso não, era saudade mesmo. E saudade não se cura com médico.”
Ariel S.  (via doce-inverno)

(via doce-inverno)



“Tava tudo bom demais para ser verdade!”
Pessoa sábia, muito sábia que descobriu as artimanhas da vida! (via rafabeker)



“Não é amor não. É mais que isso, é mais que amor. Porque pra te amar mais, eu tenho que te amar menos. Porque pra morrer de amor por você, eu tive que não morrer. Porque pra ter você por perto um pouco, eu tive que não querer mais ter você por perto pra sempre. E eu soquei meu coração até ele diminuir. Só pra você nunca se assustar com o tamanho.”
Tati Bernardi (via quase-perfeita)

(via quase-perfeita)







“Talvez eu queira demais. Não só de mim, entende? Dos outros também. Espero que descubram, por trás dos meus disfarces, toda a coisa. Porque as nossas angústias usam máscaras. E eu tenho uma mania de ser valente, dá até medo. O mundo entra na mochila e ela fica mais pesada que rocha. Aí brinco de tartaruga e quero levar tudo dentro. Nem eu me seguro, ora. Não sei porque insisto. Às vezes não dá, tenho que aceitar isso. Não é vergonhoso, nem fraco, é que não dá. Porque não. Mas, você sabe, não aceito essas respostas.”
Clarissa Corrêa. (via warllyssong)

(Source: c-a-n-a-r-i-o, via warllyssong)



“Eu guardo pra mim o que eu deveria jogar na cara de muita gente..”
Chris  (via vida-a-dois)

(Source: rei-das-ilusoes, via vida-a-dois)





A pesar de algunos cuentos, y la lluvia en el camino. A tu lado sé que está el destino.
A pesar del viento fuerte, a pesar de los naufrágios. A tu lado sé que estoy a salvo.
Tú me vuelves invencible, no conozco lo imposible. Si volteo y te encuentro aquí.

(Déjame vivir cerca de ti siempre a tu lado)

A la orilla de algún beso, a la orilla de tus manos. Déjame vivir siempre a tu lado (a tu lado)
A la orilla de un suspiro, a la orilla de tu abrazo. Déjame vivir siempre a tu lado.


Rebelde - A tu lado. (via asasdeumaanjaperdida)

(via asasdeumaanjaperdida)



“Com você por perto, eu gostava mais de mim.”
Legião Urbana  (via instinto-feminino)

(via instinto-feminino)



“Não procure alguém que te complete. Complete a si mesmo e procure alguém que te transborde.”
Clarice Lispector  (via riquezinhoz)

(Source: deve-ser-o-amor, via riquezinhoz)




Mesquinha. Essa é a palavra que designa a sociedade. A sociedade onde o que mais importa é a beleza, o que mais importa é a aparência. Eu não quero saber se você é gordo, magro, obeso, feio ou bonito, se eu for com a sua cara, eu vou ser teu amigo. Eu acho ridículo essas pessoas que não se importam pelo o que tem por dentro, pessoas sem coração, sem cérebro. O que importa mesmo é a barriguinha sarada, desculpa sociedade, mas isso não é bonito, não pra mim. Minha opinião se resume da seguinte forma: A beleza de dentro resplandece para fora. Não que todos tenham que acreditar nisso, mas é o que eu acho. Aprendi uma coisa que é fundamental para qualquer pessoa, usar o cérebro. Está ai um ótimo segredo, sabe porque? Porque a maquiagem pode até esconder os defeitos mas não apaga a ignorância, portanto preste atenção no que eu vou te falar, não seja uma pessoa preconceituosa, por que a beleza é a única coisa que você não leva para o resto da vida. Portanto, mude. Mude a opinião, mude o ponto de vista, e não ache que lhe escrevo somente porque quero que você cresça como pessoa, vai muito além disso. Quero que você seja maduro, tenha consciência dos teus atos. Pois uma palavra mal interpretada, pode ferir mais do que facadas.Tentei por inúmeras vezes esquecer mágoas que tais pessoas que faziam parte desse teatro,mas não foi possível.Derramar lágrimas em minha face já não está mais difícil como antes,aprendi a não julgar ninguém,pois eu sei o quanto isso dói. Se eu causei algum tipo de dor à alguém, me desculpe. Machucar as pessoas não é bem o que eu gosto de fazer, é que eu só queria ter alguém em que eu possa confiar. Na verdade, eu só queria voltar aos meus 3 anos de idade onde tudo o que eu fazia era acordar cedo para assistir desenho animado, onde quando eu me machucava a mamãe vinha me consolar me dando um beijo e dizia que ia melhorar, onde ir pra escola e rever meu colegas era a melhor coisa do mundo. Quando uma briga entre eu e minha amiga não durava um pouco mais de alguns minutos. Queria poder voltar no tempo para onde existia amigos verdadeiros, pessoas em que eu pudesse confiar, no tempo onde ninguém ousaria a machucar meu pequeno coração. Mas a sociedade mudou, ela cria um jeito e uma maneira em que a pessoas tem que viver, é como se ela manipulasse varias pessoas, tornado-as um tipo de robô perfeitinho com isso e aquilo. Pra mim ter ou não ter um i-phone, uma TV de tela plana, um tablet, ou qualquer coisa inovadora desses tempos pra cá não faz diferença alguma, vestir um short e uma blusa velhos ou que você já usou mais de uma vez, antigamente era só uma roupa simples, hoje em dia é como você ser o motivo de fofocas e risos das outras pessoas. Usar coisas e mais coisas para chamar atenção, nunca fui desse tipo de pessoa que fica se amostrando pela rua. A sociedade mudou muito isso eu posso afirmar antes um casal se casava, envelheciam juntos ate chegar á hora “final”, hoje em dia é só você chegar em alguma mulher na rua e perguntar a ela, com certeza ela já se divorciou alguma vez, não que eu tenha nada contra isso, é só minha opinião, mas sei lá as pessoas bem que poderiam ser um pouco mais simples, simplicidade isso é o realmente esta em falta nesse mundo, a simplicidade em que antigamente existia, sair de casa sem ter que usar um salto, maquiagem, um terno com gravata pra ir da um “pulinho” em algum lugar, simplicidade em que uma sandália avaiana dava pra ir ate pro shopping, mas isso eu acho que nunca vai acontecer de novo. Posso lhe disser que foi o tempo bom onde as pessoas eram simples, onde todos trocavam sorrisos nas ruas e cumprimentavam uns aos outros, mesmo que não se conhecia essa pessoa. Eu acordo e durmo pensando em o quanto era bom se existisse algum tipo de maquina do tempo, para que quando as coisas dessem errado eu pudesse voltar no tempo onde tudo era alegria e que não existia um pingo de tristeza. Mas agora é muito superficial eu ficar escrevendo coisas como essas, o mundo já esta destruído, e não me refiro só ao mundo em que vivemos, mas sim o mundo que tem dentro de você. E quanto a isso, eu não posso fazer nada.
Bia, Thalia, Thays and Sabrina (r-otulados)

Mesquinha. Essa é a palavra que designa a sociedade. A sociedade onde o que mais importa é a beleza, o que mais importa é a aparência. Eu não quero saber se você é gordo, magro, obeso, feio ou bonito, se eu for com a sua cara, eu vou ser teu amigo. Eu acho ridículo essas pessoas que não se importam pelo o que tem por dentro, pessoas sem coração, sem cérebro. O que importa mesmo é a barriguinha sarada, desculpa sociedade, mas isso não é bonito, não pra mim. Minha opinião se resume da seguinte forma: A beleza de dentro resplandece para fora. Não que todos tenham que acreditar nisso, mas é o que eu acho. Aprendi uma coisa que é fundamental para qualquer pessoa, usar o cérebro. Está ai um ótimo segredo, sabe porque? Porque a maquiagem pode até esconder os defeitos mas não apaga a ignorância, portanto preste atenção no que eu vou te falar, não seja uma pessoa preconceituosa, por que a beleza é a única coisa que você não leva para o resto da vida. Portanto, mude. Mude a opinião, mude o ponto de vista, e não ache que lhe escrevo somente porque quero que você cresça como pessoa, vai muito além disso. Quero que você seja maduro, tenha consciência dos teus atos. Pois uma palavra mal interpretada, pode ferir mais do que facadas.Tentei por inúmeras vezes esquecer mágoas que tais pessoas que faziam parte desse teatro,mas não foi possível.Derramar lágrimas em minha face já não está mais difícil como antes,aprendi a não julgar ninguém,pois eu sei o quanto isso dói. Se eu causei algum tipo de dor à alguém, me desculpe. Machucar as pessoas não é bem o que eu gosto de fazer, é que eu só queria ter alguém em que eu possa confiar. Na verdade, eu só queria voltar aos meus 3 anos de idade onde tudo o que eu fazia era acordar cedo para assistir desenho animado, onde quando eu me machucava a mamãe vinha me consolar me dando um beijo e dizia que ia melhorar, onde ir pra escola e rever meu colegas era a melhor coisa do mundo. Quando uma briga entre eu e minha amiga não durava um pouco mais de alguns minutos. Queria poder voltar no tempo para onde existia amigos verdadeiros, pessoas em que eu pudesse confiar, no tempo onde ninguém ousaria a machucar meu pequeno coração. Mas a sociedade mudou, ela cria um jeito e uma maneira em que a pessoas tem que viver, é como se ela manipulasse varias pessoas, tornado-as um tipo de robô perfeitinho com isso e aquilo. Pra mim ter ou não ter um i-phone, uma TV de tela plana, um tablet, ou qualquer coisa inovadora desses tempos pra cá não faz diferença alguma, vestir um short e uma blusa velhos ou que você já usou mais de uma vez, antigamente era só uma roupa simples, hoje em dia é como você ser o motivo de fofocas e risos das outras pessoas. Usar coisas e mais coisas para chamar atenção, nunca fui desse tipo de pessoa que fica se amostrando pela rua. A sociedade mudou muito isso eu posso afirmar antes um casal se casava, envelheciam juntos ate chegar á hora “final”, hoje em dia é só você chegar em alguma mulher na rua e perguntar a ela, com certeza ela já se divorciou alguma vez, não que eu tenha nada contra isso, é só minha opinião, mas sei lá as pessoas bem que poderiam ser um pouco mais simples, simplicidade isso é o realmente esta em falta nesse mundo, a simplicidade em que antigamente existia, sair de casa sem ter que usar um salto, maquiagem, um terno com gravata pra ir da um “pulinho” em algum lugar, simplicidade em que uma sandália avaiana dava pra ir ate pro shopping, mas isso eu acho que nunca vai acontecer de novo. Posso lhe disser que foi o tempo bom onde as pessoas eram simples, onde todos trocavam sorrisos nas ruas e cumprimentavam uns aos outros, mesmo que não se conhecia essa pessoa. Eu acordo e durmo pensando em o quanto era bom se existisse algum tipo de maquina do tempo, para que quando as coisas dessem errado eu pudesse voltar no tempo onde tudo era alegria e que não existia um pingo de tristeza. Mas agora é muito superficial eu ficar escrevendo coisas como essas, o mundo já esta destruído, e não me refiro só ao mundo em que vivemos, mas sim o mundo que tem dentro de você. E quanto a isso, eu não posso fazer nada.

Bia, Thalia, Thays and Sabrina (r-otulados)

(via harmonizar-se)




“Não briguei mais por você, porque ter você seria muito menos do que ter você. Não te liguei mais, porque ouvir sua voz nunca mais será como ouvir a sua voz. Não te escrevo porque nada mais tem o tamanho do que eu quero dizer. Nenhum sentimento chega perto do sentimento. Nenhum ódio ou saudade ou desespero é do tamanho do que eu sinto e que não tem nome. Não sei o nome porque isso que eu sinto agora chegou antes de eu saber o que é. Acabou antes do verbo. Ficou tudo no passado antes de ser qualquer coisa.”
Tati Bernardi  (via l-osingmyself)

(Source: parasempreteucf, via l-osingmyself)






“Meu querido. Escrevo-te essa carta para informar-lhe sobre sua partida. Quando decidir  suceder tal plano que deixe morfina em minha porta, por favor. Por via de dúvidas deve estar se perguntando o porquê dessa “palhaçada” como se refere em sua cabeça, mas sossega, eu explico. Já sentiu aquela sensação de chamar de “meu” algo que nunca te pertenceu? Já acordou com aquela monotonia de sempre e percebeu que eu não estava ali? Já foi dormir com aquele aperto no coração que só de pensar em me perder, doía ainda mais? Que babaquice a minha te fazer essas perguntas, é claro que você nunca sentiu isso… Sabe por quê? Nunca me amou com tanta intensidade comparado a quanto o amo. Não ousou derrubar uma lágrima a cada discussão […] Deixou-me seus rastros dentro do meu peito, deixou lá no fundo uma pitada de ódio, dor, desapego e principalmente saudade. Saudade do que era, não do que se transformou. Sem ao menos ter a decência de olhar-me nos olhos e dizer “não é você, o meu grande amor não é você”. Deixou-me a deriva de uma relação que nunca esteve completamente feliz, sempre lhe faltava algo, sempre esteve insatisfeito com o que éramos, e veja só… Tudo se desmoronou, sobre minha cabeça. Você me faz acreditar que um dia talvez eu fosse capaz de sustentar dois corações, o meu e o seu. Por muitas vezes larguei o meu de lado para segurar apenas o teu e em troca, recebi apenas a tua frieza, o distanciamento que a cada dia torturava-me um pouco mais.  Eu o amava, o amava tanto que não enxergava a realidade dos fatos. Você sempre estivera ao meu lado pelo conforto, pelo orgulho, por que todas as vezes que brigávamos e eu gritava aos quarto ventos que nunca mais gostaria de vê-lo, algo dentro de você se agitava, como se estivesse a ponto de explodir. Foi difícil, foi extramente difícil perceber que o que você sente ou sentiu por mim nunca foi amor, e sim posse. Pra você, eu sempre estaria ali, do seu lado, independente das circunstancias. Pra você eu seria sempre tua, e sinceramente, talvez eu seja. Porém, a um pequeno pedaço de mim que já não se aguenta mais… Depois de tantos anos longe, o meu “pequeno” ego decidiu apoderar-se do que lhe pertence e dizer “Basta!”. Eu me quero de volta, e pra que isso aconteça, nada mais justo do que lhe dizer: “Adeus, foi bom te conhecer”. Com toda o amor que me resta, seja feliz.  Thalía (condenad4) and Tati  (perpetu-ar)

“Meu querido. Escrevo-te essa carta para informar-lhe sobre sua partida. Quando decidir  suceder tal plano que deixe morfina em minha porta, por favor. Por via de dúvidas deve estar se perguntando o porquê dessa “palhaçada” como se refere em sua cabeça, mas sossega, eu explico. Já sentiu aquela sensação de chamar de “meu” algo que nunca te pertenceu? Já acordou com aquela monotonia de sempre e percebeu que eu não estava ali? Já foi dormir com aquele aperto no coração que só de pensar em me perder, doía ainda mais? Que babaquice a minha te fazer essas perguntas, é claro que você nunca sentiu isso… Sabe por quê? Nunca me amou com tanta intensidade comparado a quanto o amo. Não ousou derrubar uma lágrima a cada discussão […] Deixou-me seus rastros dentro do meu peito, deixou lá no fundo uma pitada de ódio, dor, desapego e principalmente saudade. Saudade do que era, não do que se transformou. Sem ao menos ter a decência de olhar-me nos olhos e dizer “não é você, o meu grande amor não é você”. Deixou-me a deriva de uma relação que nunca esteve completamente feliz, sempre lhe faltava algo, sempre esteve insatisfeito com o que éramos, e veja só… Tudo se desmoronou, sobre minha cabeça. Você me faz acreditar que um dia talvez eu fosse capaz de sustentar dois corações, o meu e o seu. Por muitas vezes larguei o meu de lado para segurar apenas o teu e em troca, recebi apenas a tua frieza, o distanciamento que a cada dia torturava-me um pouco mais.  Eu o amava, o amava tanto que não enxergava a realidade dos fatos. Você sempre estivera ao meu lado pelo conforto, pelo orgulho, por que todas as vezes que brigávamos e eu gritava aos quarto ventos que nunca mais gostaria de vê-lo, algo dentro de você se agitava, como se estivesse a ponto de explodir. Foi difícil, foi extramente difícil perceber que o que você sente ou sentiu por mim nunca foi amor, e sim posse. Pra você, eu sempre estaria ali, do seu lado, independente das circunstancias. Pra você eu seria sempre tua, e sinceramente, talvez eu seja. Porém, a um pequeno pedaço de mim que já não se aguenta mais… Depois de tantos anos longe, o meu “pequeno” ego decidiu apoderar-se do que lhe pertence e dizer “Basta!”. Eu me quero de volta, e pra que isso aconteça, nada mais justo do que lhe dizer: “Adeus, foi bom te conhecer”. Com toda o amor que me resta, seja feliz.  Thalía (condenad4) and Tati  (perpetu-ar)

(Source: utopia-69, via harmonizar-se)



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